Solidariedade aos imigrantes haitianos: Não ao racismo e à xenofobia

CUT reitera luta contra o preconceito e exige apuração do atentado em SP

Escrito por: CUT • Publicado em: 13/08/2015 - 17:00 • Última modificação: 01/07/2016 - 13:10 Escrito por: CUT Publicado em: 13/08/2015 - 17:00 Última modificação: 01/07/2016 - 13:10

Rodrigo Veronezi/Reprodução

A Central Única dos Trabalhadores manifesta a sua mais irrestrita solidariedade aos seis imigrantes haitianos baleados na Baixada do Glicério, no centro de São Paulo, reitera sua luta contra o racismo e a xenofobia e exige das autoridades a imediata apuração do atentado e a punição exemplar dos culpados.

De acordo com testemunhas, antes de executar o crime no dia 1º de agosto, um ocupante do carro que disparou os tirou teria gritado “Haitianos, vocês roubam os nossos empregos”. A ignorância das palavras e a brutalidade da ação fala por si.

Posteriormente, em sua procura desesperada por socorro médico, as vítimas foram recusadas em duas unidades de saúde, antes de serem atendidas, o que revela o racismo institucionalizado, que deve ser combatido e rigorosamente punido.

É completamente inconcebível que em um país que deve a sua grandeza à energia e dedicação de gerações de imigrantes, seres humanos tenham sido enviados para casa com as balas no corpo e agonizando de dor.

Desde o terremoto de 2010, que matou mais de 300 mil pessoas no Haiti, nossa Central, suas Confederações, Federações e Sindicatos, têm ampliado os laços com os que aqui chegam, além de firmar parcerias para contribuir com a reconstrução do país, pois entendemos que a solidariedade deve ser exercida em plenitude, reafirmando hoje e sempre os valores maiores da Humanidade.

Vagner Freitas, presidente da CUT

Antonio Lisboa, secretário de Relações Internacionais da CUT

Título: Solidariedade aos imigrantes haitianos: Não ao racismo e à xenofobia, Conteúdo: A Central Única dos Trabalhadores manifesta a sua mais irrestrita solidariedade aos seis imigrantes haitianos baleados na Baixada do Glicério, no centro de São Paulo, reitera sua luta contra o racismo e a xenofobia e exige das autoridades a imediata apuração do atentado e a punição exemplar dos culpados. De acordo com testemunhas, antes de executar o crime no dia 1º de agosto, um ocupante do carro que disparou os tirou teria gritado “Haitianos, vocês roubam os nossos empregos”. A ignorância das palavras e a brutalidade da ação fala por si. Posteriormente, em sua procura desesperada por socorro médico, as vítimas foram recusadas em duas unidades de saúde, antes de serem atendidas, o que revela o racismo institucionalizado, que deve ser combatido e rigorosamente punido. É completamente inconcebível que em um país que deve a sua grandeza à energia e dedicação de gerações de imigrantes, seres humanos tenham sido enviados para casa com as balas no corpo e agonizando de dor. Desde o terremoto de 2010, que matou mais de 300 mil pessoas no Haiti, nossa Central, suas Confederações, Federações e Sindicatos, têm ampliado os laços com os que aqui chegam, além de firmar parcerias para contribuir com a reconstrução do país, pois entendemos que a solidariedade deve ser exercida em plenitude, reafirmando hoje e sempre os valores maiores da Humanidade. Vagner Freitas, presidente da CUT Antonio Lisboa, secretário de Relações Internacionais da CUT



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